segunda-feira , 29 maio 2017
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A vida sem Yaya (novamente)


O City busca sobreviver na luta pelo título sem Yaya Touré, o objetivo da equipe nesse momento tem que ser permanecer em contato com os líderes e esperar que o retorno do meio-campista do Campeonato Africano de Nações dê um impulso em fevereiro.
Yaya já deu um susto ao perder o primeiro treino da Costa do Marfim em Abu Dhabi, no domingo, e imediatamente ser internado em uma clínica com febre.

Mas o problema não é sério e ele deve continuar os preparativos para o primeiro jogo do seu país, contra Togo em 22 de janeiro.
Na última temporada, o time caiu de duas copas em sua ausência, mas em seguida ganhou quatro e perdeu um dos seis jogos da Premier, e se mantiveram no topo, num verdadeiro perde e ganha que parecia um casino. Aliás, se você quiser jogar grátis, clique aqui.
Na derrota pela FA Cup para o United, os Blues foram também sem o suspenso Gareth Barry, e emparelharam Nigel de Jong e James Milner como âncoras no meio.
Mancini tentou três combinações para compensar a perda de Yaya, com Barry envolvido em cada uma. Ele fez parceria com de Jong por três vezes (City venceu uma, empatou uma, perdeu uma), Milner três vezes (venceu duas, perdeu uma) e Samir Nasri para a vitória em casa sobre o Fulham.
Agora Mancini pondera sobre como ele aborda a ausência do camisa 42 desta vez –  começando na terceira rodada da FA Cup deste último fim de semana, colocando Barry ao lado de Javi Garcia, e isso foi mais do que suficiente para vencer o Watford.
Mas a viagem para enfrentar o Arsenal requer cuidado na seleção da equipe, e Yaya irá também perder jogos fora contra QPR e Southampton e em casa com Fulham e Liverpool, bem como o confronto pela FA versus Stoke ou Cristal Palace. Então, quais são as opções de Mancini para lidar com sua ausência?
Barry é claramente a chave – em alguns aspectos ele tem sido até mais influente no meio-campo do que Yaya nesta temporada e tem a responsabilidade de ser uma espécie de batimento cardíaco do time.
Mas quem joga ao lado do inglês no coração da sala de máquinas? Jack Rodwell, que ficou marcado como um possível substituto – tanto para a CAN como em longo prazo – quando assinou no verão, ainda está machucado.
Algumas opções a se considerar são:
1. Comprar alguém. Eles poderiam finalmente conseguir Daniele de Rossi, sonho antigo de Mancini, ou Marouane Fellaini do Everton, opção menos estrelada. É raro que um jogador de qualidade se torne disponível na janela de transferências de inverno, por isso é mais provável que os Blues vão se virar com o que tem.
2. Javi Garcia. Ele e Rodwell eram esperados para batalhar pelo lugar, mas problemas de lesão ainda enfrentados pela jovem estrela da Inglaterra significa que o espanhol é o favorito.
Ele, na verdade, oferece uma opção de meio-campo defensivo mais sólida do que o marfinense. Mas a maior fraqueza Garcia é seu passe, que é à força de Yaya. Por outro lado, é uma ameaça em lances de bola parada, o que conta pontos.
3. James Milner. O polivalente jogador almeja um espaço no centro do meio-campo, e ele e Barry se uniram antes com um bom grau de sucesso. Milner daria um maior ritmo de jogo do que Yaya, mas não tem a característica de passagem e impulso de atacar.
4. Vincent Kompany. Não é tão absurdo quanto se pensa de que o capitão poderia ser convidado para fazer um trabalho lá, como um homem que se juntou ao clube como
meio-campista. Ele tem a capacidade de passagem, bem como força e energia. O lado ruim seria que os Blues perderiam a rocha da sua defesa central, além do mais, Vincent não foi além de burocrático quando atuou por ali, se redescobrindo mesmo na zaga.
5. Samir Nasri. O francês completa a sua suspensão no domingo e ele já jogou como uma âncora de meio-campo antes – para o City fez esse papel na vitória da última temporada por 3-0 sobre o Fulham. Sua passagem ajuda, mas ele não é a força motriz que Yaya é.

Adaptado do Manchester Evening News
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Sobre João Hugo

Em 29 de dezembro de 2007, fundei o Man City Brazil com o Leonardo e o Fernando. Em 23 de fevereiro de 2017, 10 anos depois, nos tornamos a 1º torcida oficial do Manchester City na América Latina: The Citizens Brasil. O resto é estória pra boi dormir...

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