segunda-feira , 24 julho 2017
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De virada, City Women vence Reading pela segunda rodada da Spring Series

Na tarde deste domingo, manhã em Brasília, o Manchester City venceu sua primeira partida da WSL Spring Series. 3×2 em cima do Reading, que chegou a assustar, quando o placar estava 2×1 a favor delas. Com o retorno de Megan Campbell ao banco de reservas, depois de longo tempo de lesão, Nick Cushing tinha o melhor para colocar em campo. O time está tão unido e bem montado que ele pôde se dar ao luxo de colocar no banco a volante Jill Scott e as atacantes Toni Duggan e Kosse Asllani. Em seu 4-3-3 de sempre, ele mandou o seguinte time a campo:

O empate na rodada anterior contra o Birmingham e a eliminação na UWCL para o Lyon (o time venceu as francesas por 1×0, gol de Lloyd, mas perdeu por 3×2 no agregado) já ficaram no passado e o time foi pra cima, como já estamos acostumados a ver durante os jogos. Jogando de preto – algo inédito no time, já que elas sempre usaram o primeiro uniforme – os 579 torcedores no Adams Park viram logo de cara um lance perigoso a favor do City, com Nikita Parris cabeceando após cruzamento da jovem Georgia Stanway.

Aos seis minutos, Parris pega rebote de Jane Ross e abre o placar. E a goleira do Reading, Mary Earps, teria mais trabalho, defendendo bem o chute de Jane Ross. Parris é a que estava melhor no jogo, tanto que, seu lance seguinte acabou deixando-a em posição de impedimento. Depois, tanto Jen Beattie como Carli Lloyd também perderam boas chances de gol. E o 1×0 permaneceu até a volta do intervalo.

O empate veio logo depois, com Moore, em jogada individual, vencendo Karen Bardsley. O time não se abateu e logo fez sua primeira substituição: saiu Tessel Middag e entrou Izzy Christiansen, que já assustou em seu primeiro lance, mandou um chute que Earps mandou por cima do travessão.

E foi na segunda substituição que a sorte do City começou a mudar: Cushing mandou a campo Jill Scott, substituindo Ross. Mas, antes do jogo virar, Kirsty Linnett foi derrubada na área por Beattie e Steph Houghton. Pênalti para o Reading, que Bruton chutou para um lado, mas Bardsley foi para o outro. 2×1 para o Reading e o treinador queimou sua última mudança.

O estádio Adams Park traz boas lembranças ao City, pois foi lá que o clube venceu pela primeira vez, em 2014 (quando o time foi renomeado) e hoje não seria diferente. Cushing ousou e mandou a campo Megan Campbell, que praticamente não jogou desde que foi contratada, no ano passado. Ela substituiu sua compatriota Jen Beattie. E ela provou porque merece ficar no clube.

A camisa 20 fez duas assistências perfeitas num intervalo de dois minutos: a primeira, em cobrança de lateral, ela manda uma bola longa e perfeita para Parris marcar seu segundo gol no jogo. Em seguida, a própria Campbell em outra cobrança de lateral, mandou outra bola longa, dessa vez para Scott, nossa incansável camisa 8, virar o jogo a favor do City!

Ainda daria tempo de Houghton e Lloyd criarem um boa jogada, mas que parou nas mãos de Earps. E, nessa virada maluca, o City conseguiu três pontos importantes para continuarem vivas na disputa da WSL Spring Series. Vale ressaltar que esta competição foi criada para que as jogadoras de futebol não ficassem sem jogar até a Euro, que acontecerá em julho e a Inglaterra, que já convocou suas atletas, não poderia deixá-las fora de forma.

O próximo jogo será nesta terça, contra o Bristol, às 19h (hora local), fora de casa. E dia 13 de maio é a grande final da Copa da Inglaterra, entre Manchester City e Birmingham.

Sobre Kamila Villarreal

Responsável pelo City Women. Queria ser jogadora de futebol, mas como não deu certo, escolheu ser jornalista.

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