segunda-feira , 27 março 2017
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Retrospectiva 2011/12 – # 7

JANEIRO

Jogos

01/01 – Sunderland 1 x 0 Manchester City – O mês de janeiro foi bastante corrido para o City, e 2012 já começou com partida para os blues, isto mesmo, nada de descanso ou comemoração de réveillon, no primeiro dia do ano estávamos em campo, e pior, jogo dificílimo e polêmico, com um balde de água gelada no final.
Tivemos mais a bola durante todo o jogo, os Black Cats se concentravam na defesa, fazendo bem seu trabalho, o que fez termos poucas boas chances na primeira etapa, na segunda o Sunderland melhorou, mesmo assim mantínhamos mais posse, com Dzeko e Aguero desperdiçando chances. Aos 88, Richards cabeceou no travessão o que poderia ser nosso importante triunfo.
No final dos 3 minutos de acréscimo veio o castigo, Ji recebeu em impedimento, passou por Hart caído e marcou o gol da vitória dos donos da casa, confirmando a sina de dificilmente sairmos bem do Stadium of Light. Para nossa sorte, o United conseguiu perder em casa por 3 a 2 para o fraco Blackburn, então mantínhamos a vantagem no saldo sobre eles.
03/01 – Manchester City 3 x 0 Liverpool – Vemos bem que a passagem de 2011 para 2012 não foi nada tranquila, com partidas ruins, resultados adversos e a vantagem na liderança dando adeus. Pois é, lá vinha mais um teste de fogo para nossa campanha no campeonato nacional, mesmo com a má campanha dos Reds, é osso jogar contra um time tão tradicional.
Felizmente, superamos os mal resultados e voltamos a vencer, e apresentar bom futebol. Com Milner, Dzeko e David Silva com ótima movimentação, criamos chances desde cedo, mas o primeiro gol veio com a contribuição do arqueiro Pepe Reina, em chute de fora da área de Aguero, pouco depois foi a vez de Yaya Touré ampliar, de cabeça.
No segundo tempo passamos a administrar o resultado, diminuindo o ritmo, aos 27 minutos, porém, o árbitro Mike Jones quis complicar, expulsando Barry injustamente, poderia ser um sinal de problemas, mas um minuto depois Yaya cavou um pênalti, o aniversariante Milner cobrou para fechar o 3 x 0, depois Adam Johnson quase ampliou com uma bola na trave, mais ficou por isto mesmo.
08/01 – Manchester City 2 x 3 Manchester United – Esse time foi posto a prova muitas vezes na última temporada, sem gozar de qualquer facilidade, tendo que lutar e transformar suas vitórias, e até derrotas, em algo épico. Este foi o City, foi duro acompanhar do começo ao final. Exemplo: estreia e defesa do título na FA Cup, logo com um derby, e contra os devils engasgados pela goleada de outubro.
O clássico e suas peculiaridades, os primeiros minutos de jogo foram de uma pressão, sem trocadilhos, infernal do time azul, jogando aguerridamente, como melhor equipe que era. Aí, no primeiro ataque deles, Rooney manda de cabeça e faz 1 x 0, sem merecimento algum.

Primeiro a injustiça, depois o assalto. Kompany desarmou Nani com um carrinho na bola, um lance que nem falta seria, mas Chris Foy viu excessivamente, ou se rendeu as pressões Wayne ‘neném mimado’ Rooney e expulsou nosso capitão, foi um baque na equipe sentido pelo resto do primeiro tempo, tomando dois gols: Welbeck, aos 30, e Rooney, em rebote de pênalti cobrado por ele e defendido por Pantilimon, aos 38. Neste momento muitos começaram a pensar e a temer um troco dos diabos, todos clamávamos pelo intervalo para tentar esfriar os ânimos e conter a desestabilização do time.
Segundo tempo, entrada de Zabaleta e Savic, saída de Silva e Johnson, Mancini tentava reforçar a defesa para evitar o pior, aos 48, Kolarov cobrou falta belamente para diminuir, parecia que o foco havia voltado. Aos 64, Aguero pegou o rebote de De Gea, de seu próprio chute, e a diferença caiu para 2 x 3. Voltamos a acreditar e a correr contra o tempo, pressionamos, nem parecia que estávamos com um a menos, e eles passarão sufoco para manter o placar. O City mostrou sua face guerreira como nunca, acabamos eliminados, mas com um profundo jeito de time campeão, a Premier não nos escaparia.
11/01 – Manchester City 0 x 1 Liverpool – Mudamos de copa, de FA para Carling, outro duelo importantíssimo, valendo vaga na final, pegávamos o Liverpool pela segunda vez em três jogos.
Diferentemente do jogo anterior, o time foi apático, ficou claro que os Reds tinham muito mais interesse em vencer, pelo fato da péssima campanha na Premier, desde o começo foram para cima, e pra piorar, jogamos já sem Yaya, que foi defender a Costa do Marfim na Copa das Nações Africanas, e sem David Silva, lesionado, os motores do meio. O único gol veio de pênalti, cometido por Savic, cobrado por Gerrard, e fazendo com que os visitantes levassem boa vantagem para o jogo de volta.
17/01 – Wigan 0 x 1 Manchester City – Depois da extenuante maratona dos dias anteriores, uma pausa maior para a volta da Premier League, e finalmente com um jogo mais fácil pela frente, ou não…
O fato de ser lanterna no momento não impediu o Wigan de complicar nossa vida, os donos da casa lutaram muito durante todo o jogo, e chegaram a assustar em alguns momentos, graças a falhas defensivas, exigindo de Hart. Nosso único gol foi de Edin Dzeko, aos 22 minutos, em cabeçada após cruzamento de Silva, depois chegamos a ter boas chances, mas faltou competência para concluir e ter mais tranquilidade. Depois de duas derrotas em casa, este triunfo foi importante para melhorar os ânimos.
22/01 – Manchester City 3 x 2 Tottenham – Mais uma partida épica contada na história da temporada, com um enredo completamente diferente da fácil goleada de meses antes, com reviravoltas, chances incríveis perdidas e gol no último minuto, poderia ter saído qualquer resultado, mas a sorte sorriu para o nosso lado, e passamos por um time que até o momento era considerado candidato ao título.
Pode-se dizer que a partida só teve um tempo, o primeiro foi morno, com poucas chances, e acabou 0 x 0. Já o segundo conseguiu ser o oposto, eletrizante, tenso, gigante. Aos 55, Nasri abriu o placar, 3 minutos depois Lescott entrou com bola e tudo em cobrança de escanteio. 2 x 0, a porteira estava aberta, parecia que o time ia deslanchar, nada! Já ao 60, Defoe diminuiu e 4 minutos depois, Bale em belo chute fez a igualdade.
Nos acréscimos Defoe perdeu um gol incrível, daquelas chances que não acontecem duas vezes na mesma partida, e o castigo veio, Balotelli, que tinha entrado no decorrer do jogo foi derrubado, pênalti, aos 94, não esboçou qualquer tensão para fazer 3 x 2. A polêmica é que
Mário poderia ter sido expulso minutos antes, ao pisar em Parker caído, mas Howard Webb não deu nada, o fato é que conquistamos a importante vitória contra um adversário direto.
26/01 – Liverpool 2 x 2 Manchester City – Terceiro confronto com os Scousers no mês, precisávamos mais que nunca reverter o resultado negativo do primeiro jogo, em que perdemos de 1 a 0, para ir a final da Carling Cup.
A volta não foi muito diferente da ida, não apresentamos bom futebol, e o Liverpool foi superior a maior parte do jogo, mesmo assim, nossa sorte poderia ter sido diferente se não tivéssemos sido prejudicados, primeiramente quando Dzeko caiu na área e o juiz não marcou, erradamente para muitos. Apesar dos pesares, conseguimos sair na frente, por incrível que pareça, De Jong, de carrinho mandou no canto de Reina, 1 x 0. Ainda no primeiro tempo, mais roubo, Phil Dowd viu pênalti em uma bola que bateu sem intenção na mão de Richards, Gerrard empatou.
Segunda etapa, o Liverpool continuou melhor, mesmo assim estivemos com a vantagem de novo, Kolarov fez jogada pela esquerda e cruzou, Dzeko aproveitou e fez 2 a 1, com isso a partida se encaminhava para a prorrogação. Mas já perto do fim, o ex-citizen Craig Bellamy definiu o empate, caíamos da Carling, e o Liverpool foi a final contra o Cardiff, onde se sagraria campeão.
31/01 – Everton 1 x 0 Manchester City – O City continuou pelos campos de Liverpool no final de janeiro, para enfrentar  desta vez o indigesto Everton, em Goodison Park, lugar que não nos dá boas recordações, o que não foi diferente daquela vez.
A partida marcou o retorno de Kompany, após cumprir suspensão, mas o capitão não deu sorte, em um jogo com boas chances dos dois lados, só um gol saiu, Gibson, por coincidência ex-United, aos 60 minutos. Com o resultado perdemos a folga de três pontos que tínhamos para os rivais vermelhos, voltando a ficar na vantagem apenas no saldo.
O mês de janeiro não foi proveitoso, quatro derrotas em oito partidas, e duas eliminações em copas.
Saíram
Nedum Onuoha – Zagueiro, para o Queens Park Rangers.
Wayne Bridge – Lateral-esquerdo, para o Sunderland. Empréstimo até o fim da temporada.
Mohammed Abu – Meia, para Eintracht Frankfurt. Empréstimo até o fim da temporada.
Aconteceu…
*Apesar do todos os apelos, e imagens claras da decisão exagerada de Foy, a FA foi irredutível, mesmo após o City recorrer, resultado: punição de 4 partidas.
*Se com Kompany a decisão foi mantida, para Balotelli não. O lance em Scott Parker, que não recebeu qualquer punição do árbitro foi revisto depois, resultado: quatro partidas de suspensão também. Controverso, não?
*A novela Tevez continuou durante o mês. O jogador se reuniu com o dirigente do Milan, Adriano Galliani no Brasil, chegou a acertar as bases do contrato, mas o rossonero queria apenas o empréstimo do atacante, prontamente recusado.  Depois foi a vez de o PSG oferecer 25 milhões de libras pelo argentino, que não quis ir jogar na França.
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Sobre João Hugo

Em 29 de dezembro de 2007, fundei o Man City Brazil com o Leonardo e o Fernando. Em 23 de fevereiro de 2017, 10 anos depois, nos tornamos a 1º torcida oficial do Manchester City na América Latina: The Citizens Brasil. O resto é estória pra boi dormir...

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Sem comentários

  1. Nao foi o Lindegaard o goleiro no jogo entre City x United no Etihad pela FA Cup? Tu botou de Gea… rs

    C’MON CITY o/

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